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Wait aí uma beca

A minha vida não é fácil

Wait aí uma beca

A minha vida não é fácil

Quase que vi a Super Bowl

Todos os anos dou uma espreitadela na Super Bowl e continuo sem perceber grande coisa do jogo.

Quando falam em jardas começo logo a ficar baralhado. Um tipo fica acordado até tarde para ver homens a andarem aos encontrões, não para estar a fazer conversões de jardas para metros. Há jogadores que pintam a cara com um simples traço debaixo de cada olho, outros que são mais criativos e fazem alterações à pintura de guerra e alguns, que provavelmente quando estudavam não tinham boas notas a Educação Visual, que simplesmente borram a cara com tinta preta. Os mais asseados andam sempre com uma tolha presa à cintura. Deve ser uma grande sensação ganhar a Super Bowl mas com tantos encontrões duvido que alguém se lembre bem de toda a partida.

Este ano grande parte dos anúncios no intervalo tiveram como alvo a política de imigração de Trump e o concerto teve a Lady Gaga presa por arames, acompanhada por drones e bastante pirotecnia. Claro que não cheguei a ver nada disso em direto, só aguentei pouco mais de uma hora de jogo.

Se o futebol americano fosse popular em Portugal, a nossa Super Tigela teria o Presidente Marcelo a lançar a moeda e a tirar selfies com jogadores e árbitros e os intervalos publicitários seriam marcados pelos anúncios do Calcitrin e pela publicidade da Libidum Fast que teria o Futre a dará toques, sem usar os pés, numa bola de futebol americano. O concerto seria com a Ana Moura no alto pendurada por arames e o Agir, em baixo, a dizer que ela lhe partia o pescoço. Toda a emissão teria em rodapé um número de telefone que ao ligar podia dar direito a cinco mil euros em cartão.       

 

 

                                   superbowl.jpg

 

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