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Wait aí uma beca

A minha vida não é fácil

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12.Out.17

Só vim cá para animar a Malta

Visitar Malta é a oportunidade única de dizer “Venho cá para animar a Malta”, “À beira da Valeta”, “Estou no Gozo” e de conhecer a fábrica dos Maltesers.

Depois de ver-me grego para chegar a Malta, culpa da escala em Atenas, continuei grego para encontrar a casa onde ficaria a dormir. Chego, já o sol se tinha posto, à morada que o Airbnb indicava mas nem sinal do número 21. Os malteses que estavam na rua, a por a conversa em dia, foram bastante afáveis mas também não me conseguiram ajudar. Entro em contacto via App com a senhora que alugou a casa, envio fotos do local onde estou mas não está fácil. Ela chega mesmo a telefonar-me e depois de alguma análise conseguiu perceber onde é que eu tinha ido parar. Ao que parece “Triq I-Iskola” quer dizer “Rua da Escola” e ao pé de uma escola existe sempre uma rua com esse nome. O Airbnb mandou-me para Zabbar quando devia-me ter indicado o caminho para Zejtun. Acabou por me ir buscar de carro.

Os malteses conduzem pela esquerda, têm tomadas estranhas, uma língua complicada e são bastante simpáticos. Um condutor de autocarros, na sua pausa, até chegou a me oferecer uma bolacha com pepitas de chocolate. E esse episódio não aconteceu na paragem Toni, que fica algures numa rua de Bugibba. Passei por uma varanda onde cães ladravam com bastante insistência. A minha reputação de lançador de bolas tinha chegado a Malta.

                      

                paragemtonis.jpg    caesmalta.jpg       

 

Nunca tinha visto tanta gente na Valeta. Num sítio mais recôndito da cidade, dava para escutar o som de uma televisão, saído do que parecia ser a entrada de uma oficina. Lá dentro encontrava-se uma senhora bastante atenta a uma possível novela maltesa e um senhor a descansar a vista, muito próximo de um conjunto de caixões. Era uma agência funerária da capital.  

Entrei no ferry para Gozo onde procurei uma Janela Azul, que só mais tarde é que percebi que tinha ruído. O mar esse era tão límpido que era possível ver os peixinhos a circularem. Não cheguei a visitar a Vila do Popeye e perdi assim a oportunidade de conhecer a minha Palito. Não cheguei a encontrar nenhuma fábrica de Maltesers. Os malteses gostaram tanto da minha visita que no momento em que o avião estava prestes a descolar era possível ver fogo-de-artifício. A Malta é fixe.      

 

                 valeta.jpg

 

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